setembro 29, 2009

Space Opera...

Capa da Space Science Fiction Magazine (primavera de 1957), com uma ambientação dramática comum em space operas.

Space opera é um sub-gênero da ficção especulativa ou ficção científica que enfatiza a aventura romântica, cenários exóticos e personagens épicos.Em 1941, Wilson Tucker chamou de "space opera" todo tipo de ficção científica aventuresca meio esgotada e eivada de clichês. A expressão seria melhor traduzida como "novela espacial", em analogia às melodramáticas radionovelas da época ("soap operas"), do que como "ópera espacial". Com o tempo a expressão foi abraçada para indicar as histórias de superciência - meio que de maneira a esvaziá-la do seu conteúdo pejorativo, como acontece com "cinema trash", por exemplo. Hoje, "space opera" é só mais um subgênero da ficção científica, com a sua própria evolução.Uma ternura nostálgica pelos melhores exemplares do gênero de história que produziu "space operas" em seu sentido original, levou a uma reavaliação do termo.

Ele é agora comumente usado para significar um conto de aventura espacial cuja ênfase está em personagens ousadamente delineados, drama e especialmente, ação. Criadores das primeiras "space operas" neste segundo sentido foram E. E. Smith, com suas séries Skylark e Lensman; Edmond Hamilton; Jack Williamson; e posteriormente Leigh Brackett.Os primeiros escritores de "space opera" não tinham, de fato, modelos reais ou experiência de vida com o espaço para se inspirar. Suas primeiras histórias, portanto, devem muito às narrativas de aventura existentes e a ficção pulp dos anos 1920-1940; marcadamente, histórias da fronteira do Velho Oeste norte-americano, e histórias com cenários exóticos, como a África e o Oriente. Existiam freqüentemente paralelos entre veleiros e espaçonaves, entre exploradores da África e exploradores espaciais, entre piratas e piratas espaciais.

A revista Galaxy tinha um anúncio em sua quarta capa que dizia, "You won't find it in Galaxy" ("Você não encontrará isso na Galáxia"), o qual marcou os primórdios de histórias fantásticas que traçavam um paralelo entre o faroeste e as histórias de FC, apresentando um personagem chamado Bat Durston. Destes anúncios surgiu o termo "Bat Durston" para se referir a um sub-gênero disseminado das "space operas", os "faroestes espaciais", que meramente substituíam os acessórios da FC por aqueles do Velho Oeste.Uma "space opera" geralmente se situa no espaço exterior ou num planeta distante. Em muitos casos, para manter a história num passo acelerado, uma espaçonave pode voar distâncias quase ilimitadas num curto espaço de tempo e pode mudar de rumo com imensa facilidade, sem a tediosa necessidade da desaceleração. Os planetas geralmente possuem atmosferas similares à da Terra (a Lua da Terra é uma exceção) e formas de vida exóticas. Os alienígenas geralmente falam inglês, algumas vezes com sotaque. As máquinas em "space operas" freqüentemente incluem (além das espaçonaves), armas de raios, robôs e carros voadores.O plano de fundo de uma "space opera" pode variar consideravelmente em plausibilidade científica. A maioria das "space operas" violam convenientemente as leis conhecidas da Física postulando algum tipo de viagem-mais-rápida-que-a-luz. Muitas "space operas" divergem ainda mais da realidade física conhecida, e não raramente invocam forças paranormais, ou vastos poderes capazes de destruir planetas, estrelas e galáxias inteiras..A profundidade do desenvolvimento de personagens e as descrições podem também variar nas "space operas". Lois McMaster Bujold e Iain M. Banks escrevem "space operas" com um grande quinhão de interesse humano. Alguns críticos e fãs se recusam a usar o termo 'space opera' para um trabalho com caracterização bem desenvolvida. Ambos os lados deste debate têm sido detalhados num fórum da Usenet, em rec.arts.sf.written.


No Mangá, possivelmente a série mais ambiciosa e duradoura de "space opera" é a Five Star Stories.A maior parte da ficção científica na televisão e filmes, de Star Trek(com varios elementos hard) a Battlestar Galactica são "space operas". O Animê também produziu muitas "space operas", notadamente Cowboy Bebop, Trigun, a série Gundam, a série Macross/Robotech e suas derivadas, Crest of the Stars e Legend of the Galactic Heroes. A mais conhecida no Brasil, contudo, é Star Blazers/Space Battleship Yamato/Patrulha Estelar, exibida na televisão aberta nos anos 1980.A "space opera" interpreta um papel menor no sistema de crenças da Cientologia, cujo fundador L. Ron Hubbard foi originalmente, um escritor de ficção científica "pulp". A história de Xenu ilustra os temas da "space opera" na Cientologia, as quais consideram a "space opera" ficcional como sendo uma lembrança inconsciente de eventos reais ocorridos no passado distante esta será nossa proxima postagem Cientologia.
Texto e Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Space_opera


exemplo de Space Opera...Star Trek Space Opera

setembro 27, 2009

Perry Rhodan a serie.

Perry Rhodan


é uma das mais importantes séries de ficção científica do mundo, publicada desde 1961 na Alemanha. Perry Rhodan é uma Space Opera que mudou a história da ficção científica criando (e/ou reinventando) virtualmente todos os temas. Enquanto os críticos do gênero nos Estados Unidos habitualmente difamam a série, as décadas de sucesso comercial tornaram a série um fenômeno. Perry Rhodan mostra uma crítica feroz à realidade atual, fazendo-nos refletir em 1960 sobre a Guerra Fria, em 1970 sobre a New Agee em 1980 sobre o movimento pacifista nas entrelinhas da sua história. A série tem capturado os principais pensamentos da elite científica da Alemanha e influenciou de forma pungente todos os escritores de ficção científica alemães e do mundo.Escrito por uma equipe de autores que se alternam, Perry Rhodan é um periódico semanal (novela) de tradição germânica (Heftchen), um tipo de livro de bolso. A série foi criada em 1961 por K. H. Scheer e Clark Darlton. Inicialmente concebida para ser uma trilogia, ela se tornou um sucesso duradouro ultrapassando o número de 2.320 histórias em 2006. Houve diversas reedições, incluindo edições totalmente revisadas em formato de capa dura. Significativamente relacionadas a ela estão a série Atlan e Romances Planetários ("novelas planetárias"), nos quais os temas da série têm um desenvolvimento mais pormemorizado. Nas décadas que se seguiram ao seu lançamento, surgiram histórias em quadrinhos, numerosos itens de colecionador, várias enciclopédias, áudios, canções etc. A série foi parcialmente traduzida para diversos idiomas. Ela também foi passada para o cinema com o filme Mission Stardust (1967), muito criticado pelos fãs.

A história começa em 1971 com o primeiro vôo tripulado à Lua por membros da Força Aérea dos E.U.A. (U.S. Air Force). O Major Perry Rhodan e sua tripulação descobrem em nosso satélite uma espaçonave extraterrestre acidentada. Apropriando-se da tecnologia extra-terrestre, eles conseguem a unificação da humanidade e iniciam a conquista da Galáxia e do cosmos pela humanidade. Enquanto a série prossegue, algumas personagens adquirem a imortalidade virtual, fazendo a história cruzar os milênios, incluindo flashbacks, viagens no tempo, universos paralelos etc.A série usa uma estrutura de narrativa em "ciclos", similares aos usados em Homem da Máfia(Wiseguy), Chumbo grosso, e Babylon 5. Um ciclo pode se estender de 25 a 100 números devotados a explicar uma era. Alguns são agrupados em ciclos subseqüentes, criando-se um grande ciclo.

O holandês André Kuipers inspirou-se nela e tornou-se astronauta depois de ler a série. Quando finalmente lançou-se no espaço, em 18 de Abril, 2004, levou com ele o primeiro livro que leu, o número 10 ("Batalha no setor Vega").

Christopher Franke, membro do grupo germânico de música eletrônica, Tangerine Dream e compositor da trilha sonora da série de televisão Babylon 5, lançou Perry Rhodan Pax Terra em 1996, a música inspirada no épico de Perry Rhodan.

Série no Brasil
Entre 1975 e 1991 ela foi publicada pela Editora Tecnoprint S.A., que lançou os episódios 1 a 536. Em junho de 2001 a série voltou a ser traduzida no Brasil pela SSPG, a partir do número 650. Desde então ela tem sido publicada ininterruptamente, e em fevereiro de 2007 o número mais recente desta nova edição era o volume duplo 846/847.
Como voce pode ler ,o ultimo dado desta magnífica serie e de 2007 ao comentar ,se tiver mais informações coloque que eu atualizo e coloco os créditos para quem ajudou ...como sempre faço...OBRIGADO...fuiiiiiiiii
origem do texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Perry_Rhodan

Postagem atualizada em 05-01-2016.

setembro 24, 2009

As 10 coisas detestaveis pedidos de amigos.

A pedido de minha amiga Lulei estou postando sobre as 10(dez) coisas que detesto e confesso que pensei que seria mais fácil, mas não foi não, estou procurando acalmar meu coração e ser menos exigente com o que tem a minha volta, afinal somos todos filhos de Deus e nem tudo nos satisfaz não e mesmo...depois da postagem estou indicando alguns amigos para fazer o mesmo e aqueles que não foram indicados se quiserem participe só lembre de onde veio o convite e divulgue...valeu..fuiiiiii

1) não saber perdoar...se ate Jesus e Deus nos perdoou quem somos nós para não aceitar...


2) Maus amigos...cuidado existem alguns por ai...







3)A falta de Fé...porque viver nas trevas...


recados para Orkut de versículos bíblicos !!
4) Infelicidade...To fora paço por cima deste sentimento...


Gifs Gratis para Orkut !!


5) A Segunda Feira...prefiro o sábado...




6) Impossível...não existe em meu dia a dia...




recados para Orkut de otimismo !!

7) A falta de reuniões em família...principalmente do Natal que em minha infância era maravilhoso...






8) A perda de Ficção Fantasia ou Verdade...e não e referindo se ao blog ,mas sim a perda de nossa cultura...




9) A perda do AMOR...quem não tem sente um vazio enorme na alma...

Gifs Gratis para Orkut !!

10) Acomodação...nada vem de mão beijada faça a diferença...

"O ontem não e igual ao hoje e muito menos ao amanhã"    #moreijo

Amigos indicados:
Tapajonica link retirado site inexistente no momento.

Atualizado 15-11-2016
#moreijo





setembro 23, 2009

As linguas na ficcao.

Língua artificial é todo idioma construído e definido por um pequeno grupo de pessoas, em vez de ter evoluído como parte da cultura de algum povo. Geralmente, as línguas artificiais têm algum objetivo. Há muitas construídas para a comunicação humana, para servirem como códigos secretos, outras como experimentos lógicos e mesmo algumas construídas apenas por prazer, constituindo assim uma língua artística.O sinônimo linguagem planejada é usado algumas vezes para se referir às línguas auxiliares, e por aqueles que possam fazer objeção ao uso do termo mais comum, "artificial". Alguns falantes do Esperanto evitam a expressão "linguagem artificial" porque negam que exista algo "não natural" na comunicação em sua linguagem. Todavia, fora da comunidade dos falantes de Esperanto, a expressão planejamento de linguagem se refere a medidas normativas tomadas em relação a uma linguagem natural. A esse respeito, mesmo as "linguagens naturais" podem ser submetidas a um certo montante de artificialidade, e no caso de gramáticas normativas, onde existem regras inteiramente artificiais (como no caso do split infinitive no inglês), torna-se difícil traçar uma linha divisória.

se voce quiser aprender Esperanto clique neste link abaixo:
http://www.kurso.com.br/bazo/index.php?pt

E como não poderia deixar de ser na Ficção Ciêntifica a casos destas linguas que poucos conhecem veja abaixo alguns exemplos:

O Instituto da Língua Klingon (Klingon Language Institute, em inglês) é uma organização devotada a estudar e ensinar a língua klingon (ficcional), oriunda do universo da série de ficção científica Star Trek. Foi fundado em 1992, e publica um periódico trimestral intitulado HolQeD (língua científica). A cada ano, comporta um qep'a' (encontro), aberto a todos os membros. Ele foi mencionado no documentário Trekkies.


Lingua Klingon.


Se acaso querer conhecer visite o site neste link http://www.kli.org/

John Ronald Reuel Tolkien (J.R.R Tolkien) criador da saga Senhor dos Aneis e outras maravilhas de livros ele e suas primas falavam uma língua artificial e bem simples criadas pelas garotas, chamada Animálico, com base nos nomes de animais. Juntos criaram outra língua, uma mistura de vários outros idiomas. Chamava-se Nevbosh, traduzido como Novo Disparate. Mais tarde criou o Naffarin, mais complexa e baseada na língua de seu tutor padre Francis e não parou por ai ,suas obras teem linguagem propria que ate hoje são usadas em RPG ,por fãs e filmes.Como é um alfabeto imaginário, foram feitas muitas adaptações para escrever palavras de diferentes línguas com as Tengwar e então o significado de cada Tengwa varia muito de idioma para idioma. Mas existe a tabela oficial, presente nos Apêndices do livro "O Retorno do Rei", explicitando os significados de cada uma delas e a qual som cada uma corresponde. Tendo sido criadas por Fëanor, elfo noldorin, a base da escrita é o Quenya( uma língua artificial ficticia , criada por J.R.R.Tolkien para que fosse falada pelos Elfos de sua obra).

e existe muitos outros exemplos que espero coloquem nos comentários afinal a maioria dos leitores de nosso Blog também gostam de pesquisar e ate mesmo fazer perguntas sobre os temas participem também.

Para terminar não poderia deixar de colocar esta explicação:

Nos anos 30, dois lingüistas, Edward Sapir e Benjamin Lee Whorf, chegaram à formulação de uma tese, que constituiu durante muito tempo uma referência para o relativismo lingüístico. Conhecida sob o nome de hipótese Sapir-Whorf, ela reza mais ou menos isto: as pessoas vivem segundo suas culturas em universos mentais muito distintos que estão exprimidos (e talvez determinados) pelas diferentes línguas que falam. Deste modo, também o estudo das estruturas de uma língua pode levar a elucidação de uma concepção de um mundo que a acompanhe. Esta proposição suscitou o entusiasmo de uma geração inteira de antropólogos, de psicólogos e de lingüistas americanos e, em menor escala, europeus, nos anos 40 e 50, antes de ser enfraquecida pela corrente cognitivista. Ela influenciou um pouco o estruturalismo francês e, apesar das refutações formuladas, principalmente, por etnólogos e sociolingüistas neste meio-tempo, sua existência persiste até hoje.


Textos e imagem: http://pt.wikipedia.org/



setembro 21, 2009

Extinsão em massa Parte 7 (Final).


Extinção em massa do Holoceno

é a extinção em massa de espécies, em escala mundial, que está ocorrendo durante a moderna época geológica do Holoceno. A grande quantidade de extinções cobre numerosas famílias de plantas e animais incluindo mamíferos, aves, anfíbios, répteis e artrópodes; boa parte das quais nas florestas tropicais.
Mamute (Mammuthus primigenius)
Em sentido amplo, a extinção em massa do Holoceno inclui o desaparecimento notável de grandes mamíferos, conhecidos como megafauna, ao fim da última glaciação, de 9.000 a 13.000 anos atrás. Tais desaparecimentos tem sido considerados ou como uma resposta às mudanças climáticas, o resultado da proliferação dos humanos modernos, ou ambos. Estas extinções, que ocorreram perto do limite Pleistoceno-Holoceno, são às vezes citadas como extinções em massa do Pleistoceno ou extinções em massa da Era do Gelo. Todavia, a extinção em massa do Holoceno continua através dos vários milênios passados e inclui o tempo presente.
A extinção em massa da Era do Gelo é caracterizada pela extinção de muitos mamíferos de grande porte, pesando mais de 40 kg. Na América do Norte, cerca de 33 dos 45 gêneros de mamíferos de grande porte foram extintos, na América do Sul 46 de 58, na Austrália 15 de 16, na Europa 7 de 23, e na África subsariana, somente 2 de 44. A extinção em massa da América do Sul testemunhou o resultado do Grande Intercâmbio Americano. Somente na América do Sul e Austrália a extinção ocorreu ao nível de famílias taxonômicas ou mais alto.
Dodó das Maurícias
Dodó das Maurícias: era uma ave não-voadora com cerca de um metro de altura que vivia nas ilhas Maurício, uma das ilhas Mascarenhas na costa leste da África, perto de Madagascar.
Existem duas hipóteses principais que dizem respeito à extinção em massa do Pleistoceno:
1- Os animais morreram devido a mudança climática: o recuo da calota polar.
2-Os animais foram exterminados pelos humanos: a "hipótese da matança pré-histórica" (Martin, 1967).

O sapo-dourado da Costa Rica, extinto por volta de 1989. Seu desaparecimento tem sido atribuído à mudança do clima.

A taxa de extinção observada tem se acelerado dramaticamente nos últimos 50 anos. Não há uma concordância generalizada se as extinções mais recentes devem ser consideradas como um evento distinto ou meramente como parte de um único processo crescente. Somente durante estas partes mais recentes da extinção em massa, as plantas sofreram grandes perdas. Acima de tudo, a extinção em massa do Holoceno é caracterizada mais significativamente pela presença de fatores de influência humana e é muito curta em termos de tempo geológico (dezenas a milhares de anos) se comparada a maioria das outras extinções em massa.
Em 1998, o American Museum of Natural History fez uma pesquisa entre biólogos a qual revelou que a maioria deles acredita que estamos no início de um processo de extinção em massa tremendamente acelerada, de origem antropogênica. E.O. Wilson de Harvard, em The Future of Life (2002), calcula que nas taxas atuais de perturbação humana na biosfera, metade de todas as espécies de vida estarão extintas em 100 anos. Numerosos estudos científicos desde então, tal como um relatório de 2004 da Nature, e aqueles entre os 10.000 cientistas que contribuíram para a Lista Vermelha anual de espécies ameaçadas da IUCN, só fortaleceram esse consenso.
Escala de tempo geológico representa a linha do tempo desde o presente até a formação da Terra, dividida em éons, eras, períodos,épocas e idades, que se baseiam nos grandes eventos geológicos da história do planeta. Embora devesse servir de marco cronológico absoluto à Geologia, não há concordância entre cientistas quanto aos nomes e limites de suas divisões. A versão aqui apresentada baseia-se na edição de 2004 do Quadro Estratigráfico Internacional da Comissão Internacional sobre Estratigrafia da União Internacional de Ciências Geológicas.

Link das imagens e texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Extinção_em_massa

E isto ai pessoal terminamos nesta postagem as hipoteses de extinção em nosso Planeta ...espero que comentem o que acharam não se esqueçam elogios e criticas são bem vindas so assim conseguiremos melhorar a qualidade...

Conheça também as outras extinções nos links abaixo:
Extinção em Massa parte 1 e 2
Extinção em massa parte 3 e 4
Extinção em massa parte 5 e 6.


setembro 19, 2009

Extinção em massa Parte 5 e 6...


Este tinha no Brasil veja no texto abaixo:

Dinodontosaurus é uma espécie de terapsídeo herbívoro. Era um dos maiores herbivoros do Triássico e possuia um bico córneo. Viveram no Triássico Médio mas desapareceram no Triássico superior.São encontrados principalmente no Sítio Paleontológico Chiniquá em São Pedro do Sul e Candelária (RS) um grupo de dez filhotes foram encontrados juntos, demonstrando que estes animais já adotavam estratégias de convívio em grupo e cuidados com a prole.

Extinção do Triássico-Jurássico
foi uma extinção em massa ocorrida há 200 milhões de anos,afetando profundamente a vida na Terra.
A mais provável das teorias é que erupções vulcânicas maciças teriam sido responsáveis por tal extinção, elas teriam liberado quantidades imensas de dióxido de carbono e dióxido de enxofre que teriam causado um aquecimento global intenso e depois um resfriamento.
Diversas outras teorias tentam explicar a extinção do Triássico-Jurássico, mas todas são refutáveis:
Muitos sugerem uma mudanças no clima e no nível dos oceanos, mas isto não explica as extinções massivas no reino marinho.
Sugere-se também o impacto de asteróide, mas nenhuma cratera proveniente daquela época foi encontrada até então.
Cerca de 20% de todas as famílias marinhas e de arcossauros (com exceção dos dinossauros) foram extintas, o mesmo ocorreu com os grandes anfíbios da época. Este evento abriu um nicho ecológico que permitiu aos dinossauros desempenharem papel dominante no período Jurássico e posteriormente no período Cretáceo.
Parte 6:
Extinção K.T
mais conhecida pelo desaparecimento dos dinossauros aconteceu aproximadamente a 65,5 milhões de anos. Acredita-se ter destruído 60% da vida na Terra.
Diversas teorias tentam explicar a extinção K-T, sendo que a mais aceita atualmente é a que justifica a catástrofe como sendo resultado da colisão de um asteróide com a Terra .

O tarbossauro foi um dos gêneros que se extinguiram no evento K-T.
Outra teoria divergente advoga uma violenta alteração climática como agente desencadeador do processo de extinção. Caracterizada por uma queda acentuada na temperatura global e pela inundação de longas áreas de terra, essa alteração climática teria causado a morte súbita de espécies vegetais e animais intolerantes a mudanças no clima. Já as inundações, forçaram centenas de espécies a migrar para novas áreas que, na maioria das vezes, não se enquadravam no modelo de habitat ao qual essas espécies estavam adaptadas. Muitos dinossauros nem sequer puderam migrar, pois ficaram ilhados devido aos alagamentos. Com a morte da maior parte da vida vegetal, todos os níveis tróficos da teia alimentar de então foram gravemente afetados e os biomas terrestres entraram em colapso, a falta de comida e os níveis de competição conduziram os dinossauros restantes a uma morte lenta e inevitável.
Os Dinossauros foram as principais vítimas da extinção K-T; todo o grupo desapareceu da Terra;
Plesiossauros: répteis pré-históricos marinhos; grupo eliminado;
Pterossauros: répteis pré-históricos voadores; grupo eliminado;
Mosassauros: répteis escamados marinhos; grupo eliminado;
Aves: foram extintas as ordens enantiornithes
Os hesperornithiformes(aves atuais) sobrevivem até os dias de hoje como os únicos descendentes diretos dos dinossauros. Entretanto a longa escala de evolução que ocorreu nos últimos milhões de anos apagou a maior parte das semelhanças que deveriam existir entre as aves atuais e os dinossauros;
Rudistas: molusco bivalves construtores de recifes; grupo eliminado;
Amonites: cefalópodes de concha espiralada; grupo desaparecido;
Belemnites: cefalópodes com concha em forma de bala; grupo desaparecido.
Para além destes grupos, desapareceram também muitas famílias de foraminíferos, equinodermes, corais e esponjas. Mas a extinção de animais e vegetais não foi o único impacto deste evento na biodiversidade. Os desaparecimentos possibilitaram a radiação adaptativa dos grupos que sobreviveram nos nichos ecológicos que ficaram vagos. O melhor exemplo deste fenômeno foi a explosão de diversidade dos mamíferos placentários - que, até então, eram, em sua maioria, animais de pequeno porte, solitários e noturnos.


Conheça também as outras extinções nos links abaixo:
Extinção em massa parte 1 e 2
Extinção em massa parte 3 e 4
Extinção em massa parte 7 Final

setembro 17, 2009

Extinsão em massa Parte 3 e 4...

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bentônico
Parte 3:
A extinção massiva do Devoniano ou simplesmente extinção do Devoniano
é considerada a terceira mais intensa das extinções massivas a ser registrada na história da vida na Terra e atingiu o que é considerada como a "idade dos peixes", coincidente com a expansão da vegetação terrestre.Esta extinção massiva, diferentemente de outras extinções não se situa no final de um período geológico, mas é situada na fase final do Devoniano (Frasniano e Famenniano), aproximadamente entre 377 e 362 milhões de anos atrás.
Suas causas são ainda não conhecidas, atribuídas conjenturalmente a sucessivos impactos meteoríticos de grande escala, glaciação e diminuição da temperatura global, redução do dióxido de carbono e anoxia dos oceanos e outras massas d'água.Entre estes fatores, ganha mais suporte entre os autores a queda acentuada da temperatura conjunta com a anoxia dos mares, mas o debate sobre a questão se mantém nos meios especializados.
Discute-se se foi um evento para padrões da paleontologia instantâneo ou prolongado, com duração de dois a três milhões de anos. Seus efeitos se deram predominantemente sobre a vida marinha, com destaque para as então baixas latitudes. Havendo no período Devoniano, pelo menos hoje conhecidas, setenta famílias de peixes, apenas dezessete deslas sobreviveram e passaram ao Carbonífero. Ainda que os dados deste período, pela sua própria datação não sejam suficientemente volumosos, estima-se que foram eliminadas 14 a 38% das famílias, 50 a 57% dos gêneros marinhos e 70 a 83% das espécies marinhas (Gibbs, 2001; McGhee Jr., 1996), predominantemente os amonóides, braquiópodes, briozoários, conodontes, corais, estromatoporóides, foraminíferos bentônicos e trilobitas. É citado que foi afetado até 90 % do fitoplancton.
É registrada ainda significativa diminuição da vegetação terrestre, evidenciando-se marcante declínio dos esporos fossilizados, embora os autores considerem que esta diminuição deu-se em período e tempo mais longo que a da extinção em massa claramente definida. Não existem significativos registros dos efeitos desta extinção sobre os vertebrados terrestres, embora tal evento tenha ocorrido quando estes estavam tomando os ambientes de terra seca.

Parte 4:
Extinção Permo-Triássica aproximadamente 251 milhões de anos atrás a maior de todas as extinções em massa, que fez desaparecer cerca de 96% dos géneros marinhos e 50% das famílias existentes; desaparecimento total das trilobites.
Reconstituição dos Trilobites vivos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Trilobite
A teoria mais aceita pela comunidade cientifica atualmente, diz que um tipo de erupção vulcânica gigantesca aconteceu no território da Sibéria, que libertou grandes quantidades de dióxido de carbono, aumentando o efeito estufa em 5 graus extras na temperatura da Terra ,somando 10 graus extras a temperatura do mundo.
E com isso os únicos lugares onde a vida poderia sobreviver seriam próximos aos Pólos geográficos da Terra. Para os biólogos esta explicação é mais plausível, pois esta mudança rápida de temperatura não poderia ser acompanhada pelo processo evolucionário de adaptação.
O caráter drástico deste evento afetou muito as faunas marinhas, mas os grupos de animais e plantas de meio continental foram relativamente um pouco menos afetados. A primeira hipótese, levantada pela ciência, sugere que está nesta diferença entre extinção marinha e terrestre a causa da extinção permo-triássica, ou seja, que esta relacionada com a evolução dos oceanos no final do Paleozóico. Através de dados geológicos interpretados à luz da teoria das placas tectônicas sabe-se que no Pérmico superior estava em curso a formação de um supercontinente denominado Pangea. A aglomeração de várias massas continentais na Pangea causou uma diminuição significativa das linhas de costa e das áreas de ambientes marinhos pouco profundos, onde se encontram habitats muito ricos em termos de biodiversidade. Com o desaparecimento destes habitats, extinguiram-se muitas formas de vida marinha.
Aliado a este efeito, há ainda evidências para uma regressão, ou diminuição do nível do mar, acentuada em todas margens da recém-formada Pangea, o que contribuiu também para esta extinção. O argumento contra esta hipótese é que, segundo os biólogos, estas mudanças geológicas seriam lentas o suficiente para as formas de vida se adaptarem pelo processo da evolução, e portanto não levaria tantas espécies à extinção.


Conheça também as outras extinções nos links abaixo:
Extinção em massa parte 1 e 2
Extinção em massa parte 5 e 6.
Extinção em massa parte 7 Final

setembro 15, 2009

Extinção em Massa...Parte 1 e 2



Imagem: Echinodermata"Echinidea" do livro, de Ernst Haeckel,Kunstformen der Natur de 1899.
Ocorrência: Cambriano - Recente
A Terra já passou por diversas extinções em massa, algumas de proporções devastadoras, levando ao desaparecimento completo de diversas espécies, e outros menores, no qual foram extintos somente alguns grupos de seres vivos. As extinções em massa de grandes proporções normalmente marcam a mudança de um período da história.Geralmente faço postagens e coloco o que são mais relevantes... mas este tema será em 7 partes ,sendo duas partes por postagens(total de três) e uma quarta para encerrar devido a quantidade de dados.




Parte 1
A extinção “Cambriana”
Foi uma extinção em massa ocorrida há aproximadamente 488 milhões de anos. Foi, em termos, o primeiro evento de extinção em larga escala ocorrido no planeta. Extinguiu principalmente, diversas espécies de equinodermos braquiópodes e conodontes.
Existem duas teorias que tentam explicar as causas da extinção do Cambriano-Ordoviciano, uma defende que a Terra passou por um período de glaciação e a outra diz que houve drástica diminuição do nível de oxigênio nos oceanos.
Período Cambriano:existiam quatro continentes no Cambriano, três pequenos mais ou menos na região entre os trópicos: Laurentia (parte central da América do Norte), Báltica (parte da Europa) e Sibéria (mesma região no oeste russo); e um supercontinente no sul: Gondwana. Todos esses continentes eram de simples rocha nua e estérea, já que neste período ainda não existiam plantas, ainda que alguns especialistas acreditem que nas regiões mais úmidas poderia crescer um manto composto de fungos, algas e liquens.
Durante o Cambriano, ocorre maior diversificação da vida, evento conhecido como explosão cambriana, devido ao período de tempo relativamente curto em que esta diversidade de espécies aparece.Os graptólitos dendróides surgem no Cambriano Superior. Os arqueociatos surgem no Cambriano Inferior e extinguem-se no Cambriano Médio.O Cambriano marca um momento importante na história da vida na Terra, é o período de tempo em que a maioria dos grupos principais de animais apareceram no registro do fóssil. Hoje sabe-se que os fósseis mais antigos são do Vendiano.Os animais mostraram uma diversificação dramática durante este período da história da Terra. O maior registro de grupos animais ocorreu durante os estágios Tomotiano e de Atdabaniano do Cambriano Superior, um período de tempo que pode ter sido tão curto quanto cinco milhões de anos.


Parte 2

A Extinsão“Ordoviciano”

ocorrida no fim do Ordoviciano aproximadamente 444 milhões de anos, vitimou sobretudo trilobites, braquiópodes, crinóides e equinóides;
Teoria mais provável foi resultante de uma erupção de raios gama que atingiu a Terra, fazendo a atmosfera alterar-se, deixando os raios UV passar, e provocando uma era glacial;
No período Ordoviciano os Continentes ainda eram desérticos , rebaixados por epirogênese e invadidos por extensos mares rasos; o norte dos trópicos era quase inteiramente oceano, e a maior parte terrestre do mundo foi confinada ao sul no supercontinente Gondwana. Durante todo o Ordoviciano, Gondwana foi deslocado para o pólo sul e muito dele ficou debaixo d'água. Os graptozoários comuns nesse período são ótimos fósseis guias pois delimitam zonas bioestrátigráficas.O clima do ordoviciano era mais suave com temperaturas médias e a atmosfera muito úmida. Entretanto, quando o Gondwana se estabeleceu finalmente no pólo sul as geleiras maciças tomaram forma. Isto causou provavelmente extinções maciças que caracterizam o fim do Ordoviciano, em que 60% de todos os gêneros e 25% dos invertebrados marinhos de todas as famílias foram extintos.
Megalograpterus era um escorpião marinho (era Ordoviciano)
Durante o Ordoviciano, os invertebrados ainda são as formas de vida animal dominantes, porém com formas mais "semelhantes" às atuais do que as do Cambriano.Os graptólitos graptolóides surgem no Ordovícico inferior.O Ordoviciano é o mais conhecido pela presença de seus invertebrados marinhos diversos, incluindo graptozoários, trilobites (estes atingiram seu auge neste período) e braquiopodes. Uma comunidade marinha típica conviveu com estes animais, algas vermelhas e verdes, peixes primitivos, cefalópodes, corais, crinóides, e gastrópodes. Mas recentemente, houve a evidência de esporos trietes que são similares àqueles de plantas primitivas terrestres, sugerindo que as plantas invadiram a terra neste período. A evolução dos protocordados desenvolveram os primeiros peixes sem mandíbulas.


Conheça também as outras extinções nos links abaixo:
Extinção em massa parte 3 e 4
Extinção em massa parte 5 e 6.
Extinção em massa parte 7 Final

Mais videos para você.

Outra seleção de videos para você use-os a vontade apenas coloque by moreijo ou #moreijo e diga sua opinião aguardamos sua colaboração......