agosto 30, 2009

A Nuvem de Oort e cinturão de kuiper.



























http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/da/Kuiper_oort_pt.jpg

Foi proposta pelo astrônomo Holandês Jan Hendrik Oort (1900-1992) em 1950 como explicação à existência dos cometas de longo período. Trata-se de uma vasta região que envolve o nosso Sistema Solar à uma distância de 100.000 até 55.000 UA do Sol, composta por poeira e 100.000.000.000 (estimativa) de núcleos comentários que, ocasionalmente, são lançados em direção ao Sol em virtude de alguma perturbação em sua órbita.Muito além da órbita de Plutão, a meio caminho da estrela mais próxima está o limite do Sistema Solar. Essa região, que se estende por cerca de três anos-luz, ou seja, a 30 trilhões de Km do Sol, contém seis trilhões de pedras de gelo de diversas dimensões, recebendo o nome de nuvem de Oort, em homenagem ao astrônomo holandês citado acima Jan Hendrik Oort.Ele verificou que os cometas de longo período vinham de uma região situada de 20.000 a 100.000 UA do Sol e previu que o Sistema Solar era cercado por uma nuvem composta de bilhões de cometas. 

Até hoje ninguém viu a nuvem de Oort, essa gigantesca região esferica que abriga cometas e outros resíduos da nebulosa que deu origem ao Sistema Solar.Ninguém mediu seu tamanho, sua densidade ou contou o número de objetos que lá existam. Isso provavelmente não será feito num futuro próximo pois os corpos se situam a distâncias muito grandes e são muito pequenos para serem detectados pelos instrumentos existentes. Mas os cientistas têm certeza que ela existe. Ela é totalmente diferente das outras regiões do sistema planetário que contém restos da nebulosa que deu origem ao Sistema Solar. Enquanto os corpos do anel de asteróides, situado entre Marte e Júpiter, e do cinturão de Kuiper, situado logo após a órbita de Netuno, estão confinados às proximidades do plano da eclitica, os da nuvem de Oort estão espalhados em todas as direções. 

É bem provável que exista maior aglomeração (5 trilhões) nas proximidades do plano da eclítica e o restante (1 trilhão) espalhados aleatoriamente.Os cientistas estimam que a massa total de objetos na nuvem de Oort deva ser da ordem de 40 massas terrestres. Para explicar a variada composição quimica dos cometas os cientistas dizem que essa matéria deve ter se formado a diferentes distâncias do Sol e portanto em locais com diferentes temperaturas. A temperatura na nuvem de Oort deve ser de -269°C, ou seja, 4°C acima do zero absoluto.Nas profundezas dessa nuvem a ação gravitacional do Sol é tão fraca que os corpos estão sujeitos à perturbações devidas a estrelas que passem nas proximidades do Sol, a marés galáticas ou pela passagem do Sol por nuvens intergalácticas, e com isso se precipitarem na direção do Sol.

Os cientistas ainda buscam resposta para algumas questões: por que tudo no Sistema Solar tem forma de disco e a nuvem de Oort é esférica? Se a ação gravitacional do Sol é inexistente a essas distâncias, por que os cometas caem na direção do Sol? A cada poucos milhões de anos uma estrela passa próxima do Sol; dentro de 1,36 milhões de anos a estrela Gliese 710 passará a um ano-luz do Sol; porque os encontros anteriores não retiraram todos os corpos de lá?...responda estas perguntas, voce estará colaborando com a astronomia ou espere em breve de alguma maneira sera respondida ,devido ao avanço tecnologico que estamos tendo hoje em dia... valeu ...fuiiiiiiiii
origem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nuvem_de_Oort




agosto 29, 2009

Cinturão de asteroide e Cinturão de Kuiper


A cintura de asteroides, Cinturão de asteroides ou ainda Cintura interna de asteroides é uma zona do espaço entre Marte e Júpiter onde se localiza um grande número de asteroides e o planeta anão Ceres, que é o maior corpo celeste do cinturão.

Esta faixa tornou-se conhecida também como Cintura Principal, contrastando com outras concentrações de corpos menores como, por exemplo, os asteroides troianos que coorbitam com Júpiter.Crê-se que, durante o primeiro milhão de anos da história do sistema solar, os planetas formaram-se por agregação de protoplanetas. As colisões sucessivas levaram aos típicos planetas rochosos e aos de núcleo gasoso.No entanto, nesta zona do sistema, a forte gravidade de Júpiter impossibilitou as últimas fases, e os protoplanetas não conseguiram agrupar-se num único planeta. Assim, continuaram a orbitar o Sol como antes. Neste sentido, a cintura de asteroides pode ser considerada uma relíquia do sistema solar primitivo, embora muitas observações apontem para uma evolução das condições físicas, pelo que os asteróides não podem ser considerados como objetos estáticos. 
Em oposição, crê-se que os objetos da cintura de Kuiper, cintura de asteroides além da órbita de Plutão, sofreram poucas alterações desde a formação do sistema solar. Chamam-se também planetóides ou planetas menores.Outra hipótese da sua existência é a colisão de dois grandes protoplanetas, entre a órbita de Marte e Júpiter, que se destruiram em milhares de pequenos detritos. Essa colisão pôde também afectar seriamente Marte, razão pela qual num dos lados de Marte existem muitas crateras de impacto de meteoros, e possivelmente Júpiter, que pode ser atingido, mas por ser um gigante gasoso não existem provas de tal impacto.

imagem: http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/aprendendo-basico/sistema-solar/cinturao-de-kuiper.html

A Cintura de Kuiper (Cinturão de Kuiper, no Brasil), também chamada Cintura de Edgeworth ou Cintura de Edgeworth-Kuiper, é uma área do sistema solar que se estende desde a órbita de Neptuno (a 30 UA doSol) até 50 UA do Sol. Os objetos do cinturão de Kuiper são comumente chamados de KBO (Kuiper belt object).
Sua existência foi sugerida por Gerard Kuiper(1905-1973) em 1951. Em 1993, Miles Standish reanalisou os dados, e descobriu que a anomalia era menor. No entanto, desde a descoberta de 1992 QB1 - o primeiro objeto nesta região -, já foram catalogados mais de mil outros pequenos objetos transneptunianos
Acredita-se que nesta região existam mais de 100 mil pequenos corpos celestes.Destes, são conhecidos oito com diâmetro de quase ou mais de 1000 km inclusive um que é definitivamente maior que Plutão.A origem do cinturão de Kuiper é incerta, mas acredita-se que seus objetos são remanescentes da nebulosa protossolar que deu origem aos planetas. KBOs são rochas congeladas contendo metano, amónia e água com tamanhos que podem variar de 100 a 1000 km, com alguns maiores que isto. Estima-se que no passado eram maiores e mais numerosos, mas interacções com os planetas (principalmente Netuno) e colisões mútuas acabaram por expulsar boa parte deles, seja em direção ao Sol ou planetas internos, como Júpiter, seja para regiões externas do Sistema Solar, para região da nuvem de Oort que será tema da proxima postagem...valeu...fuiiiiiiii

agosto 27, 2009

Chuva de Meteoros e Estrela Cadente.





Chuva de meteoros é um evento em que um grupo de meteoros são observados irradiando de um único ponto no céu (radiante). Esses meteoros são causados pela entrada na atmosfera de detritos a velocidades muito altas. Numa chuva de meteoros, esses detritos geralmente são resultado de interações de um cometa com a Terra, em que material do cometa é desprendido de sua órbita, ou quando a Terra cruza essa órbita.A órbita da Terra cruza com a órbita de alguns cometas periodicamente, produzindo chuvas de meteoros anuais, como a de Leónidas ou Perseidas. A maior chuva de meteoros ocorrida na história se deu no dia 13 de novembro de 1833. Esta chuva de meteoros pôde ser vista do Canadá até o México.



Estrela cadente é o nome dado a um fenômeno astronômico que acontece frequentemente. Apesar do nome, não são estrelas, são meteoróides que entram na atmosfera terrestre e sofrem intenso atrito. O aquecimento gerado pelo atrito faz com que os meteoros cheguem a pegar fogo. Com isso ocorre a emissão de luz própria, permitindo que eles possam ser vistos.Os meteoróides tem a tendência de girar em torno do Sol em enxames e a Terra passa através de vários enxames todos os anos. No momento em que a Terra atravessa uma dessas correntes de meteoros, ocorrem as denominadas chuvas de estrelas cadentes. Toda chuva de meteoros parece ter sua origem num ponto particular do céu denominado radiante. Alguns enxames de meteoros estão associados a determinados cometas.

É tradição popular formular um desejo quando se vê uma "estrela cadente".

Vídeo abaixo simulação de chuvas de meteoritos,será que um dia acontecerá?


OBS: vídeo original do youtube mantido todos os direitos... 

agosto 25, 2009

Meteoro,Meteoroides e meteorito


Meteoro designa o fenômeno luminoso observado quando da passagem de um meteoróide pela atmosfera terrestre. Este fenômeno que pode apresentar várias cores, que são dependentes da velocidade e da composição do meteoróide, um rastro, que pode ser designado por persistente, se tiver duração apreciável no tempo, e pode apresentar também registro de sons. Um meteoro é também por vezes designado de estrela. A aparição dos meteoros pode-se dar sob duas formas: uma delas são as designadas "chuvas de meteoros" ou "chuva de estrelas cadentes" ou simplesmente "chuva de estrelas", em que os meteoros parecem provir do mesmo ponto do céu noturno, denominado de radiante. Outra forma é a de "meteoros esporádicos" Existem dois tipos de meteoros que se destacam pela sua espetacularidade: as Bolas de Fogo e os Bólides.

Meteoroides são fragmentos de material que vagueiam pelo espaço e que, segundo a International Meteor Organization(Organização Internacional de Meteoros), possuem dimensões significativamente menores que um asteroide e significativamente maiores que um átomo ou molécula, distinguindo-nos dos asteroides - objetos maiores, ou da poeira interestelar - objetos micrométricos ou menores.Os meteoróides derivam de corpos celestes como cometas e asteróides e podem ter origem em ejeções a de cometas que se encontram em aproximação ao sol, na colisão entre dois asteróides, ou mesmo ser um fragmento de sobra da criação do sistema solar. Ao entrar em contacto com a atmosfera de um planeta, um meteoróide dá origem a um meteoro.Meteoróides que atingem a superfície da Terra são denominados meteoritos.


Meteoroide de ferro encontrado pela Opportunity em Marte

Um meteorito é a denominação dada quando um meteoróide, formado por fragmentos de asteróides ou cometas ou ainda restos de planetas desintegrados, que podem variar de tamanho desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro alcançam a superfície da Terra, pode ser uma erólito(rochoso), siderito (metálico) ou siderólito(metálico-rochoso).Tais eventos acontecem aproximadamente 150 vezes por ano sobre toda a superfície terrestre.

Imagem: Meteorito HOBA- Namibia (GOOGLE IMAGENS)

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