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setembro 23, 2009

As linguas na ficcao.

Língua artificial é todo idioma construído e definido por um pequeno grupo de pessoas, em vez de ter evoluído como parte da cultura de algum povo. Geralmente, as línguas artificiais têm algum objetivo. Há muitas construídas para a comunicação humana, para servirem como códigos secretos, outras como experimentos lógicos e mesmo algumas construídas apenas por prazer, constituindo assim uma língua artística.O sinônimo linguagem planejada é usado algumas vezes para se referir às línguas auxiliares, e por aqueles que possam fazer objeção ao uso do termo mais comum, "artificial". Alguns falantes do Esperanto evitam a expressão "linguagem artificial" porque negam que exista algo "não natural" na comunicação em sua linguagem. Todavia, fora da comunidade dos falantes de Esperanto, a expressão planejamento de linguagem se refere a medidas normativas tomadas em relação a uma linguagem natural. A esse respeito, mesmo as "linguagens naturais" podem ser submetidas a um certo montante de artificialidade, e no caso de gramáticas normativas, onde existem regras inteiramente artificiais (como no caso do split infinitive no inglês), torna-se difícil traçar uma linha divisória.

se voce quiser aprender Esperanto clique neste link abaixo:
http://www.kurso.com.br/bazo/index.php?pt

E como não poderia deixar de ser na Ficção Ciêntifica a casos destas linguas que poucos conhecem veja abaixo alguns exemplos:

O Instituto da Língua Klingon (Klingon Language Institute, em inglês) é uma organização devotada a estudar e ensinar a língua klingon (ficcional), oriunda do universo da série de ficção científica Star Trek. Foi fundado em 1992, e publica um periódico trimestral intitulado HolQeD (língua científica). A cada ano, comporta um qep'a' (encontro), aberto a todos os membros. Ele foi mencionado no documentário Trekkies.


Lingua Klingon.


Se acaso querer conhecer visite o site neste link http://www.kli.org/

John Ronald Reuel Tolkien (J.R.R Tolkien) criador da saga Senhor dos Aneis e outras maravilhas de livros ele e suas primas falavam uma língua artificial e bem simples criadas pelas garotas, chamada Animálico, com base nos nomes de animais. Juntos criaram outra língua, uma mistura de vários outros idiomas. Chamava-se Nevbosh, traduzido como Novo Disparate. Mais tarde criou o Naffarin, mais complexa e baseada na língua de seu tutor padre Francis e não parou por ai ,suas obras teem linguagem propria que ate hoje são usadas em RPG ,por fãs e filmes.Como é um alfabeto imaginário, foram feitas muitas adaptações para escrever palavras de diferentes línguas com as Tengwar e então o significado de cada Tengwa varia muito de idioma para idioma. Mas existe a tabela oficial, presente nos Apêndices do livro "O Retorno do Rei", explicitando os significados de cada uma delas e a qual som cada uma corresponde. Tendo sido criadas por Fëanor, elfo noldorin, a base da escrita é o Quenya( uma língua artificial ficticia , criada por J.R.R.Tolkien para que fosse falada pelos Elfos de sua obra).

e existe muitos outros exemplos que espero coloquem nos comentários afinal a maioria dos leitores de nosso Blog também gostam de pesquisar e ate mesmo fazer perguntas sobre os temas participem também.

Para terminar não poderia deixar de colocar esta explicação:

Nos anos 30, dois lingüistas, Edward Sapir e Benjamin Lee Whorf, chegaram à formulação de uma tese, que constituiu durante muito tempo uma referência para o relativismo lingüístico. Conhecida sob o nome de hipótese Sapir-Whorf, ela reza mais ou menos isto: as pessoas vivem segundo suas culturas em universos mentais muito distintos que estão exprimidos (e talvez determinados) pelas diferentes línguas que falam. Deste modo, também o estudo das estruturas de uma língua pode levar a elucidação de uma concepção de um mundo que a acompanhe. Esta proposição suscitou o entusiasmo de uma geração inteira de antropólogos, de psicólogos e de lingüistas americanos e, em menor escala, europeus, nos anos 40 e 50, antes de ser enfraquecida pela corrente cognitivista. Ela influenciou um pouco o estruturalismo francês e, apesar das refutações formuladas, principalmente, por etnólogos e sociolingüistas neste meio-tempo, sua existência persiste até hoje.


Textos e imagem: http://pt.wikipedia.org/



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